A AMADORA TEM UMA EQUIPA LOCAL DE INTERVENÇÃO (ELI AMADORA)

 

A ELI AMADORA foi constituída em 21 de junho 2011 no âmbito da criação do Sistema Nacional de Intervenção Precoce na Infância (SNIPI) pelo Decreto-Lei nº 281/2009, de 6 de outubro. Trata-se de uma equipa pluridisciplinar, com funcionamento transdisciplinar assente em parcerias institucionais, integrando representantes dos Ministérios da Saúde (ACES da Amadora/UCC Amadora+), da Solidariedade e Segurança Social (CERCIAMA, através de Protocolo de Cooperação) e da Educação (Agrupamento de Escolas de Referência para Intervenção Precoce de Alfornelos), tendo a Câmara Municipal da Amadora integrado a equipa desde a sua constituição.

Rege-se pelas disposições constantes do respetivo Regulamento Interno e Protocolo de Constituição e pelas normas regulamentadoras e orientações emitidas pela Comissão de Coordenação do Sistema Nacional de Intervenção Precoce na Infância (SNIPI).

Esta equipa desenvolve e concretiza, a nível local, a intervenção do SNIPI, sendo um serviço especializado e gratuito, centrado na criança e na família.

 

Destinatários

  1. Tem como destinatários crianças entre os 0 e 6 anos de idade, com alterações nas funções ou estruturas do corpo que limitem o seu desenvolvimento e a sua participação nas atividades típicas para a respetiva idade, ou crianças com risco grave de atraso no desenvolvimento, bem como as suas famílias.

 

Objetivos e ações

  1. Assegurar às crianças a proteção dos seus direitos e desenvolvimento das suas capacidades, através da Intervenção Precoce na Infância;
  2. Identificar as crianças e famílias imediatamente elegíveis para acompanhamento pelo SNIPI; assegurar a vigilância às crianças e famílias que, embora não imediatamente elegíveis, requerem avaliação periódica, devido à natureza dos seus fatores de risco e possibilidades de evolução;
  3. Elaborar o Plano Individual de Intervenção Precoce (PIIP) em função do diagnóstico da situação;
  4. Identificar necessidades e recursos das comunidades da sua área de intervenção; articular, sempre que se justifique, com as comissões de proteção de crianças e jovens (CPCJ) e com os núcleos de apoio às crianças e jovens em risco (NASCJR) ou outras entidades com atividades na área da proteção infantil;
  5. Assegurar, para cada criança, processos de transição adequados para outros programas, serviços ou contextos educativos;
  6. Articular com os profissionais das creches, amas e estabelecimentos de educação pré-escolar em que se encontrem integradas as crianças acompanhadas pela ELI;
  7. Promover a participação ativa das famílias no processo de avaliação e de intervenção; promover a articulação entre os vários intervenientes no processo de intervenção;
  8. Validar os pedidos de Subsídio de Ensino Especial (SEE) para apoio individualizado ou integração escolar das crianças entre os 0 – 6 anos.

 

Elegibilidade para o SNIPI

  1. São elegíveis para acesso ao SNIPI, todas as crianças do 1º grupo e as crianças do 2º, que acumulem 4 ou mais fatores de risco biológico e/ou ambiental - dos 0 aos 5/6 anos.
Grupo
Tipo
Desenvolvimento
Grupo 1
 1. Crianças com alterações nas funções ou estruturas do corpo
1.1. Atraso de desenvolvimento sem etiologia conhecida
1.2. Atraso de desenvolvimento por condições específicas
Grupo 2
2. Crianças com risco grave de atraso de desenvolvimento
2.1. Crianças expostas a fatores de risco biológico
2.2. Crianças expostas a fatores de risco ambiental
2.2.1. Fatores de risco parental
2.2.2. Fatores de risco contextual

 

Local de Intervenção

  1. A intervenção dos técnicos da ELI, cuja área de abrangência é o concelho da Amadora, é realizada nos locais nos quais a criança está integrada, nomeadamente no domicílio, ama (legalmente acreditadas), creche, estabelecimento de educação pré-escolar (rede pública, privada, municipal ou IPSS), Centro de Saúde da Damaia – sede da ELI ou na CERCIAMA.

 

Horário de funcionamento

  1. A intervenção será realizada em horário a definir, tendo em consideração as necessidades da criança e família e as atividades do profissional da ELI.

 

Constituição da ELI.

Equipa Terapêutica - Áreas de Intervenção
Restantes Elementos
Educação/Intervenção Precoce
Terapia Ocucacional
Fisioterapia
Psicologia
Serviço Social
Terapia da Fala

Coordenadora (Psicóloga da CMA/DIE)

1 Enfermeira (UCC Amadora +)
1 Elemento da CPCJ Amadora
1 Elemento da ECJ Amadora

 

Como sinalizar?

  1. Através da Ficha de Referenciação do SNIPI (modelo ELI Amadora) que deverá vir acompanhada de informação clínica e/ou relatório pedagógico, para a morada ou email da ELI ou Coordenadora:
    ELI Amadora - UCC Amadora+
    Praça Condes da Lousã, 2720-122 Amadora
    Tel: 214 906 217 Fax: 214 906 219
    E-mail: eliamadora@csreboleira.min-saude.pt
    Outros contactos:
    Coordenadora – Teresa André – teresa.fonseca@cm-amadora.pt

 

DOCUMENTAÇÃO DE APOIO E LINKS ÚTEIS

  1. ACSA – Associação Cultural de Surdos da Amadora
  2. Alunos com Multideficiência e com Surdocegueira Congénita – Organização da resposta educativa
  3. Amorama – Associação de Pais e Amigos de Deficientes Profundos da Amadora
  4. APD - Associação Portuguesa de Deficientes – Delegação da Amadora
  5. APPDA – Associação Portuguesa para as Perturbações do Desenvolvimento e Autismo
  6. CERCIAMA – Cooperativa para a Educação e Reabilitação de Crianças Inadaptadas da Amadora
  7. CRI – Centros de Apoio à Inclusão
  8. CRI – reorientações outubro 2007
  9. CRTIC – Centros de Recursos TIC para a Educação Especial
  10. DGE – Direcção Geral de Educação: Educação Especial
  11. Educação Especial – Manual de Apoio à prática
  12. FPDA – Federação Portuguesa de Autismo
  13. Fundação AFID Diferença – Associação Nacional de Famílias para a Integração da Pessoa Deficiente
  14. INR – Instituto Nacional de Reabilitação
  15. Rede de Unidades de Apoio Especializado para alunos com Multideficiência e Surdocegueira congénita na Região de Lisboa e Vale do Tejo
  16. Rede de Unidades de Ensino Estruturado para alunos com Perturbações do Espectro do Autismo
  17. Unidades de Ensino Estruturado – Normas Orientadoras
  18. Unidades Especializadas em Multideficiência – Normas Orientadoras